Em casa, com rotinas alteradas, o controlo da rotina alimentar pode ser tendencialmente menor.

A nutricionista Gabriela Ribeiro reconhece que em casa, a tentação de se comer mais (e pior) é grande, sobretudo alimentos mais calóricos. “Ao nível individual, os estímulos alimentares tais como o cheiro, a visualização das embalagens dos alimentos de que gostamos e até sons como os que resultam da textura crocante influenciam as nossas escolhas alimentares”, exemplifica, certa de que “o impacto destes estímulo é maior nas pessoas com vulnerabilidade para o aumento de peso”.

Esta será, para qualquer caso, a melhor forma de contornar tal tentação. Se evitar ter alimentos ‘tentadores’ em casa, mais facilmente controlará o seu regime alimentar. “Guarde os alimentos fora do alcance da visão, evite ter snacks a mão” aconselha a especialista. “Adicionalmente, para manter o peso, será fundamental nesta fase estabelecer estruturação alimentar”, realça Gabriela Ribeiro, referindo-se ao tipo de ingestão, frequência, quantidade e timing das refeições.

Quanto aos alimentos a evitar, destacam-se os refrigerantes e outras bebidas açucaradas, bebidas alcoólicas, bem como alimentos de elevada densidade energética, tais como bolos, biscoitos, chocolates e snacks salgados. “A ingestão de água também não deve ser descuidada. Uma forma simples é continuar a usar uma garrafa, tal como é comum usar no trabalho e cumprir objetivos diários de ingestão de água”, aconselha a especialista.

Não é por passar a comer cinco laranjas todas as manhãs e mais 5 kiwis depois do almoço que ganhará um sistema imunitário muito mais reforçado. Pelo contrário. “Para além do consumo calórico e de açúcar excessivo, o aumento desproporcional do consumo de fruta pode levar ao desequilíbrio no aporte de macro e micronutrientes”, explica a nutricionista, e esclarece: “A fruta é uma fonte sobretudo de hidratos de carbono. Desta forma, a ingestão de proteínas e gorduras ficaria prejudicada”.

“Legumes, (frescos ou congelados) para fazer sopa e acompanhamento de legumes no prato (cozidos ou em salada); fontes de proteína com baixo teor de gordura, tais como peixe, carnes magras, atum ou outras conservas de peixe, ovos, tofu; fonte de hidratos de carbono, leguminosas tais como, feijão, grão, ervilhas ou favas (excelentes alternativas a arroz, batata ou massas” são essenciais. “Para os lanches, fruta fresca, iogurtes não açucarados, queijos com baixo teor de gordura (queijo fresco, requeijão ou queijo flamengo magro) são boas opções” continua.

FONTE: WOMEN’S HELATH

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